Saudade de não sei o que….
| — | Verônica H. |
| — | Fernanda Mello |
| — | Machado de Assis (via indubio) |
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| — | (via invernosentimental) |
O nosso medo mais profundo, não é de que sejamos inadequados.
O nosso medo mais profundo, é que sejamos poderosos demais. É a nossa luz, não a nossa escuridão o que mais nos assusta.
Nós nos perguntamos. “Quem sou eu para ser brilhante, alegre, cheio de talentos e fabuloso?”
Na verdade, quem é você para não o ser? Você é um filho de Deus. Fazer menos do que pode não serve o mundo. Não há nada de luminoso no fato de se encolher para que outras pessoas se sintam tão inseguras com você.
Nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós. Ela está não só em alguns de nós, está em todos nós. E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos permissão aos outros para fazerem o mesmo.
À medida que nos libertamos do nosso medo, a nossa presença automaticamente liberta outros.
| — | Nelson Mandela (via umrecaado) |
Algumas amizades poderiam ser igual a namoro, você fala “não tá dando certo” e termina, sem muita provocação, discussão. É, a vida poderia ser mais simples.
O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira, visto que esse é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso feito. Em sua origem, o homem só tem instintos; quando mais avançado e corrompido, só tem sensações; quando instruído e depurado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres; extingue as misérias sociais. Ditoso aquele que, ultrapassando a sua humanidade, ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento! ditoso aquele que ama, pois não conhece a miséria da alma, nem a do corpo. Tem ligeiros os pés e vive como que transportado, fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou a divina palavra -amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo.
O Espiritismo a seu turno vem pronunciar uma segunda palavra do alfabeto divino. Estai atentos, pois que essa palavra ergue a lápide dos túmulos vazios, e a reencarnação, triunfando da morte, revela às criaturas deslumbradas o seu patrimônio intelectual. Já não é ao suplício que ela conduz o homem: condu-lo à conquista do seu ser, elevado e transfigurado. O sangue resgatou o Espírito e o Espírito tem hoje que resgatar da matéria o homem.
Disse eu que em seus começos o homem só instintos possuía. Mais próximo, portanto, ainda se acha do ponto de partida, do que da meta, aquele em quem predominam os instintos. A fim de avançar para a meta, tem a criatura que vencer os instintos, em proveito dos sentimentos, isto é, que aperfeiçoar estes últimos, sufocando os germes latentes da matéria. Os instintos são a germinação e os embriões do sentimento; trazem consigo o progresso, como a glande encerra em si o carvalho, e os seres menos adiantados são os que, emergindo pouco a pouco de suas crisálidas, se conservam escravizados aos instintos. O Espírito precisa ser cultivado, como um campo. Toda a riqueza futura depende do labor atual, que vos granjeará muito mais do que bens terrenos: a elevação gloriosa. E então que, compreendendo a lei de amor que liga todos os seres, buscareis nela os gozos suavíssimos da alma, prelúdios das alegrias celestes. -
Allan Kardec. Da obra O Evangelho Segundo o Espiritismo.Lázaro. (Paris 1862.)

