<3 <3 

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“Eu sou eu, você é você.

Eu faço as minhas coisas e você faz as suas coisas.

Eu sou eu, você é você.

Não estou neste mundo para viver de acordo com as suas expectativas.

E nem você o está para viver de acordo com as minhas.

Eu sou eu, você é você.

Se por acaso nos encontrarmos, é lindo. Se não, não há o que fazer.

Fritz Perls, 1969.”

ORAÇÃO DA GESTALT

vonzy:

Marcelo Jeneci - Pra sonhar

2gether 4ever

2gether 4ever

MM&#8217;s

MM’s

Comecei a coleção!!!!!!!!!!!!

Comecei a coleção!!!!!!!!!!!!

Metal Contra As Nuvens

Legião Urbana
Compositor: Renato Russo


Não sou escravo de ninguém
Ninguém é senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz

Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais

Eu sou metal
Raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal
Eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal
Sabe-me o sopro do dragão

Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.

Minha terra é a terra que é minha
E sempre será
Minha terra
Tem a lua, tem estrelas
E sempre terá

Quase acreditei na tua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa

Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo.
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.

Olha o sopro do dragão (4x)

É a verdade o que assombra
O descaso que condena
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais

Tenho os sentidos já dormentes
O corpo quer, a alma entende
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos

Eu sou metal - raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal: eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal: me sabe o sopro do dragão

Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então

Tudo passa
Tudo passará (3x)

E nossa história
Não estará
Pelo avesso assim
Sem final feliz
Teremos coisas bonitas pra contar
E até lá
Vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos
O mundo começa agora, ahh!
Apenas começamos.

AS FLORES

Há dois meses que Iracema recebia flores, sem cartão. Colocava tudo nas jarras, vasos, copos; mesas, janelas, banheiro e até na cozinha. Quando o marido lhe perguntava por que tantas flores, todos os dias, ela sorria:

-Deixe de brincadeira, Epitácio.

Ele não percebia bem o que ela queria dizer, até que um dia:

- Epitácio, acho bom você parar de comprar tanta flor, já não tenho mais onde colocar.

Foi aí que ele compreendeu tudo:

- O quê? Você quer insinuar que não sabia que não sou eu quem manda essas flores?

Foi o diabo, ela não sabia explicar quem mandava, ele não conseguia convencê-la de que não era ele.

- Um de nós dois está mentindo - gritou, furioso.

- Então é você - rebateu ela.

No dia seguinte, de manhã, ele decidiu não sair, pra desvendar o mistério. Assim que as flores chegassem, a pessoa que as trouxesse seria interpelada. Mas não veio ninguém:

- Já são duas horas da tarde e as flores não chegaram, Epitácio. É muita coincidência.
Vai me dizer que não era você.

Ele não tinha por onde escapar. Insinuou muito de leve que a mulher devia ter conhecido alguém na sua ausência. Ela chegou a chorar e se trancou no quarto. A discussão entrou pela noite até o dia seguinte. Epitácio saiu cedo, sem mesmo tomar café. Bateu a porta com força e levou o mistério para o trabalho.

Meia hora depois, a mulher saiu e foi ao florista.

- Como vai, Dona Iracema? A senhora ontem não veio, heim? Aconteceu alguma coisa?

À noite, Epitácio viu as flores e não disse uma palavra, mas a mulher não parou:

- Seu cínico. Bastou você sair para as flores aparecerem e ainda tem coragem de dizer que não foi você.

Nessa noite ele teve insônia.

Texto extraido do livro “O homem ao zero”, Editora Expressão e Cultura - Rio de Janeiro, 1968, pág. 275.

A Montanha do Amor

O amor quase sempre começa com uma paixão. Vem como uma tempestade em alto mar, que interrompe a calmaria de uma vida que parecia segura e tranqüila. Sem pedir licença, as ondas desse mar invadem o convés e lançam para fora do navio o tédio e a desmotivação.Passada a tempestade, o viajante desse barco percebe que foi levado a uma ilha. É terra firme, onde poderá plantar a semente da sua vida e de suas realizações. A ilha é um cenário paradisíaco, onde tudo é perfeito. Parece que o lugar foi feito sob medida para esse navegante. Paisagens mágicas, águas cristalinas, pássaros de cores nunca vistas e cantos maravilhosos.

Então, ele começa a explorá-la e nota que nem tudo se encaixa em seu sonho tropical. As árvores dessa ilha não davam exatamente os frutos que desejava, e isso o decepciona. A água doce não é tão abundante quanto ele pensava. Todas as suas esperanças estão naquela ilha. Se ela não o alimentar, não suprir as suas necessidades, o que será de sua vida?

Essa ilha é como a pessoa amada. Em quem se deposita todos os desejos, carências e também as ilusões: “Com ela, vou fazer o que sempre quis”. “Eu nunca mais vou me sentir só”. E quando o outro não faz o que se espera, vem a desilusão.

É que a pessoa teve a esperança de que alguém fizesse o que era sua tarefa: realizar-se como ser amoroso. Centrou o poder da sua vida no parceiro. Imagina que ele vá satisfazer suas carências e dar-lhe toda a felicidade imaginada.

Certamente, você se lembra de um momento no seu relacionamento em que ambos se sentiam totalmente felizes. Cada olhar era uma viagem ao infinito, cada conversa uma lição de compreensão e tranqüilidade, cada abraço era o carinho mais eterno. Aos poucos, porém, as coisas foram mudando. Até que um certo dia você se sente só, como se tivesse sido enganado. O que aconteceu?

Pode parecer incrível, mas a verdade é que o amor é mais pleno quando as pessoas envolvidas não precisam do outro para se sentir realizadas. O amor transcorre mais serenamente entre aqueles que se sentem inteiros, desprendidos e, então, podem se entregar.

Quando você precisa do companheiro, reduz o ser amado a um simples prestador de serviços. Precisa dele, assim como de um encanador para instalar uma torneira em sua casa, pois você não sabe como fazê-lo. Não significa que você ame o encanador. Apenas necessita dele para ter água em sua cozinha. Ele faz o serviço, você paga e pronto!

No amor, quando isto acontece, o pagamento não é cobrado em dinheiro. O outro imagina que deve ser pago com o que ele próprio precisa. Se não o fizer, você assume uma dívida, cobrada depois com juros e correção monetária. Tão enganoso quanto o precisar é o querer. “Quero que ele me leve para viajar”. “Quero que ela me compreenda”. Note que o querer é sempre um plano, não uma determinação.

O pior é que, quando se investe energia em querer que o outro faça alguma coisa, automaticamente se investe energia no medo de não conseguir.

“Quero que ele me leve para viajar, mas tenho medo de que não o faça”. “Quero que ela me compreenda, mas tenho medo de que não consiga”. Quanto mais desejo, mais medo.

O problema não é só querer mudar o outro, em vez de criar uma opção que não dependa dele. O maior problema é que se instala uma tensão em você, no outro e na relação, gerada pela luta entre querer e temer. É uma mensagem confusa. Ele sente, ao mesmo tempo, o seu amor, desejo, medo e tensão. Isso tudo atrapalha a tranqüilidade de se sentir feliz por estar junto, a segurança na sua capacidade de amar e a confiança de que vocês descobrirão o que é melhor para os dois.

Essa confiança está baseada em duas virtudes: a capacidade de estar em intimidade e a de manter a autonomia.

Intimidade não é só o que acontece quando dois corpos fazem amor, mas algo infinitamente maior. É compartilhar sentimentos e pensamentos: almas nuas se encontrando sem disfarces. É saber expressar o que está acontecendo dentro de si, receber o outro e, juntos, encontrarem espaço para os dois seres.

A maior parte das pessoas teme a intimidade por considerar muito negativo o que guardam dentro de si. Elas imaginam que só têm inveja, sentimentos de inferioridade, desejos inconfessáveis. Então, se escondem. Falam dos seus atos e até de seus planos, mas não mostram seu interior, porque sabe que, quando alguém entrar, terá uma visão completa. Conhecerá o interior e entenderá o exterior.



Do livro “Sem medo de Vencer”, Editora Gente.
Roberto Shinyashiki

COMO LIDAR COM PESSOAS QUE VOCÊ NÃO SUPORTA
(mas é obrigada a conviver)

Às vezes você tem vontade de mandar acorrentar o seu chefe brucutu num rochedo, para um abutre lhe devorar o fígado? No trabalho, tem que aturar gente que só fica enrolando, enrolando e nunca decide nada? Já está cansado de ouvir dos “frentes frias” de plantão “não vai dar certo” ou “não tenho nada a ver com isso”? A úlcera ataca só de ouvir a voz do “sabe-tudo” do escritório, que parece que vive testando a sua paciência? Pois é. Ninguém está imune a conviver com gente insuportável. “Esse pessoal pode tornar sua vida estressante e desagradável, impedindo-o de alcançar metas importantes”, dizem os médicos americanos Rick Brinkman e Rick Kirschner, autores do livro Como lidar com Pessoas que Você Não Suporta (editora José Olympio). Especializados em questões relacionadas ao bem-estar psíquico e emocional, eles estenderam seus domínios para além do consultório e hoje também prestam consultoria a várias empresas. Veja alguns de seus conselhos para lidar com essa turminha difícil de engolir:

1) Em primeiro lugar, pare de perder tempo reclamando. Ficar sofrendo e praguejando porque o outro não muda não ajuda em nada. Ao contrário, as frustrações e divergências tendem a piorar, o que pode acabar comprometendo seu moral e sua produtividade.

2) Tente mudar de opinião sobre quem você não suporta. É difícil, sem dúvida. Mas talvez a tal criatura não seja assim tãããão intragável quanto você imagina. Respire fundo e procure ver o que ela tem de bom. Ouça-a de verdade. Aproxime-se dela. Ao mudar seu comportamento, a figura também aprenderá novas formas de agir com você.

3) Enfatize as semelhanças. Para se relacionar bem (ou menos mal) com alguém cujo santo não bate com o seu, o primeiro passo é encontrar alguma afinidade, algum interesse comum. Você já não se viu conversando com alguém e de repente descobriu que ambos cresceram na mesma cidade ou estudaram no mesmo colégio? Nessa hora as diferenças e as distâncias tendem a diminuir.

4) Você quer ser ouvido e compreendido? Pois então trate, antes, de ouvir e compreender. Dê ao fulano abertura para ele falar o que quiser - sem fazer cara de tédio, é óbvio. Ao saber o que ele pensa e sente, a probabilidade de também querer escutar o que você tem a dizer aumenta consideravelmente.

5) Esclareça. Ao ouvir o que a pessoa quer falar, demonstre interesse. Como? Fazendo perguntas que exijam mais que um grunhido como resposta, bem entendido: “Do que está falando?”, “A que está se referindo?”, “Onde aconteceu?”, “Quando ?”, “Como?” A capacidade de fazer perguntas certeiras é fundamental para obter as respostas que você quer.

6) Seja franco. Muito mais eficiente do que se supõe, a melhor política para se conseguir o melhor das pessoas é estabelecer com elas um diálogo honesto e construtivo. Mas antes procure criar um clima de confiança e harmonia. Ou o tempo pode fechar…

7) Não perca a cabeça. Todo mundo sabe que quando um não quer, dois não brigam. Sim, arme-se de paciência. Durante uma conversa ou uma reunião, quanto mais você discordar, mais iminente será a briga. Posicione-se, mas refreie os impulsos de levar a coisa para o lado pessoal. Não se queime à toa…

8) Às vezes, a melhor opção é capitular. Nem todos os problemas têm solução, e alguns deles simplesmente não compensa resolver. Se a situação está insustentável, se tudo o que faz ou diz só piora as coisas e você acredita que a situação degringolou mesmo, lembre-se de que a prudência vale mais que a coragem. Fique na sua. Ou desista de vez
.

Extraído da revista VOCÊ s.a.

AMAR NÃO É AMOR
Artur da Távola

Amar está correto como verbo. É ação. Amor deveria ser outro verbo. E o é no idioma da alma. Eu amoro, tu amoras, ele amora, nós amoramos, vós amorais, eles amoram. Assim é o verbo amor no presente. Fica inventado a partir de agora.

Pode-se amar sem amor; amar com amor; desamar com amor. Existem: amor por quem se amou; amor por quem se ama; amor por quem se amaria. Porém não se pode amar quem se amou, ou quem se amaria. Só se ama a quem se ama.

Amor não é igual a amar. Amar é estado ativo, e sua conjugação deveria ser imperfeita, só existir no presente e no gerúndio. As demais formas deveriam ser do verbo amor. Amor não é substantivo: é verbo subjetivo. Amar é presente, gerúndio, ativo, inebriante, pulsátil, vitalizador. Amor é mais amplo, profundo, generoso e calado. Existe até quando não mais se ama. E, até mesmo, quando não se ama. É sentimento profuso, amplo, capaz de existir ainda quando se deixa de amar. É presente mas passado, futuro. É indicativo e subjuntivo.

“Eu amo” e “Eu sinto amor” não quer dizer o mesmo. O presente de amar não deveria ser amo e, sim “eu amoro”, etc. Amo é o presente do verbo Amor. A plenitude só se dá quando amor e amar coincidem. Amar é calor. Amor é o sol.

Amar é continente. Amor é conteúdo.

Amar é buscar. Amor é saber.

Amar é liberdade. Amor é sabedoria.

Para se amar, não é necessário o amor. E, sem o amor, o amar passa. Quando existe amor, o amar é melhor. E pode durar. Amar por amor eis a perfeição.

Amar é posse. Amor é doação. Amar foge. Amor reúne. Amar é delícia instintiva. Amor é milagre existencial. Amar tolda. Amor revela.

Amar é alegria. Amor é felicidade.

O amor sente. O amor sabe.

O amar está. O amor é.
O pior inimigo é o falso amigo

     O pior inimigo é o falso amigo.
     Volta e meia faz comentário sobre você, maldoso e irônico, mas não tão maldoso a ponto de chocar.
     Já que é inevitável ter inimigos, a coisa melhor do mundo é ter um de verdade: que te odeie com lealdade e sinceridade -sem nenhum fingimento.
     Ele é capaz de falar mal de você em público sem ter, em momento algum, medo de que repitam o que ele disse. E também pode te dar um tiro ou uma facada, mas sem nunca te enganar -sempre numa boa.
     Não é, positivamente, do tipo que diz “vou te contar uma coisa, mas não repita, fica só entre nós”.
     Dele você pode esperar sempre o pior: que impeça que aquele negócio que estava planejando havia anos se realize, que diga àquela gata que está povoando seus sonhos que você é um cafajeste, que o dinheiro que você esbanja vem do tráfico de drogas -ou coisas ainda piores.
     Sabendo do que ele é capaz, você pode sempre se defender -o que é mais fácil do que lidar com a hipocrisia.
     Como guerra é guerra, nada que ele faça de ruim poderá surpreender -essa é a vantagem de ter um inimigo leal. Quando se encontram num restaurante, você já sabe que deve ficar alerta e se sentar de costas para a parede, como fazem os malandros.
     Ele é capaz de seduzir sua filha menor, de contratar alguém para roubar seus documentos e de jurar sobre a Bíblia sagrada que viu você subornando um político. 
     Tudo faz parte, e quanto mais coisas ele fizer contra você, mais você aprende a se defender; como se aprende com um inimigo assim -ah, como se aprende.
     Perigosos mesmo são os pseudo-amigos, aqueles que te tratam bem e que volta e meia fazem um comentário sobre você -maldoso e irônico, mas não tão maldoso a ponto de chocar-, afinal, é apenas uma brincadeira, será que você perdeu o humor?
     E aquele que passou anos construindo a imagem do bom caráter de carteirinha pode fazer você levar a vida inteira na dúvida, sem ter coragem de encarar a verdade: que se trata apenas de um crápula.
     A tal da imagem ilude muita gente, que durante anos pensa que o personagem é defensor das boas causas, dos fracos e oprimidos, e sempre politicamente correto -faz parte do modelo, claro.
     Incapaz de encarar uma briga de frente, ele não consegue nem ter inimigos, pois, como ser humano, não passa de uma fraude -e de um covarde.
     Está sempre atrás de alguma vantagem -alguma pequena vantagem- e frequentemente comete traições -pequenas traições que dificilmente poderão ser comprovadas. E se alguém ousar acusá-lo de alguma coisa, sempre haverá alguém para defendê-lo -afinal, de uma pessoa com um passado tão correto, só um louco ousaria dizer alguma coisa.
     Suas maldades e falhas de caráter nunca são grandiosas, porque nada nele é grandioso.
     Suas maldades são pequenas, porque tudo o que ele faz é pequeno; pequeno como sua pessoa, como sua alma. Mas, às vezes, se tem que conviver com gente assim -como fazer?
     Se for seu caso, não faça nenhum tipo de concessão.
     Cometa um assassinato, internamente, e esqueça de que ele existe -mas esqueça mesmo. Mas atenção: é importante que ele saiba que você sabe perfeitamente quem ele é.
     Fique cego quando passar por ele, e se alguém mencionar seu nome, não ouça; esqueça das mesquinharias de que é capaz um pobre ser humano.
     E valorize seus inimigos, os bons. Eles estão sempre dispostos a liquidar com você, mas sempre com a maior lealdade.

Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus.

Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso.

Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; soltai, e soltar-vos-ão.

Lucas 6:35-37
Um dia a gente acorda, os livros nos acordam, um anjo nos acorda, e somos avisados: não adianta mais olhar para trás. É ir em frente ou nada.
Martha Medeiros.  (via aluguefelicidade)